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CORONAVÍRUS: Política de cancelamento de vôo por companhias aéreas

A Gol, que suspendeu todas as suas operações internacionais até 30 de junho. Nacionalmente, a companhia prevê que fará uma redução de 50% a 60% de sua malha aérea. Aos passageiros com voos marcados para até 14 de maio, a empresa promete reagendar a viagem sem custo ou usar o valor já pago para voar a outro destino, por um período de 330 dias da data da compra. Para reembolso, a empresa “poderá cobrar taxa”, dependendo da tarifa paga pela passagem, contrariando a orientação da Senacon.

Latam cancelou 90% dos seus voos internacionais e 40% dos domésticos. Passageiros afetados podem remarcar seus bilhetes para até 31 de dezembro, ou pedir o reembolso, sem custos. A empresa também cobra taxa para o passageiro que decidir cancelar a viagem.

Azul também suspendeu diversos voos nacionais para o período de 23 de março até 30 de junho. A rota para Bariloche deixa de ser realizada entre 21 de março a 30 de junho. Quem tem passagem marcada para voar em março para Estados Unidos, Portugal e América do Sul pode remarcar suas viagens para datas até 30 de junho, sem custos. Para qualquer voo doméstico agendado até 30 de junho, a remarcação poderá ser feita para datas a partir do dia 30 de junho até 31 de maio de 2021, sem custos. A empresa informou que, em casos de desistência, haverá cobrança de taxa para reembolso.

Entre as companhias aéreas internacionais, a American Airlines suspendeu todos os seus voos saindo do Brasil para os EUA até 6 de maio, com reembolso total ou reagendamento sem custos. Já para outros destinos, quem comprou a passagem até 1º de março, para voar até 30 de abril, poderá reagendar, sem custo, para datas até 31 de dezembro. A companhia também garante que o passageiro que desistir da viagem será reembolsado integralmente.

Na Avianca, que anunciou redução de 30% a 40% em seus voos, quem já possui bilhetes comprados pode fazer alterações em relação às datas sem custos adicionais, para todos os voos marcados até o dia 30 de abril. Quem desistir, segundo a companhia, terá reembolso integral.

British Airways informa que todas as reservas feitas para voos até 31 de maio poderão ser remarcados, para a mesma rota, por até um ano da data do voo, sem multas ou taxas. A empresa também oferece a possibilidade ao passageiro de trocar o bilhete por um voucher no mesmo valor, a ser usado em outra passagem (ou parte dela) para qualquer destino. O voucher pode ser usado para voos dentro de 12 meses da data original de partida.

Delta informa que passageiros com voos agendados até 31 de maio para Europa, Reino Unido, Irlanda, Xangai, Peguim, Seul, Argentina, Equador, El Salvador, Guatemala e St. Marteen poderão reagendar suas viagens sem custos adicionais. Todos os voos agendados para este mês também podem ser alterados, sem cobrança. Quem tem passagem para os EUA, ou dentro do país, até o dia 30 de abril, também poderá remarcar sem taxas adicionais. Os novos voos precisam ser realizados até um ano depois da data da compra da viagem. Para reembolso, há cobrança de taxa.

Air France/KLM também está com políticas flexíveis para reagendamentos. Quem tiver passagem marcada para até 31 de maio poderá adiar sua viagem sem penalidades para o mesmo destino até 30 de novembro, incluído na mesma classe de reserva. A diferença de tarifa por conta da alteração de data será aplicada, caso tenha. O cliente também pode optar por alterar seu destino ou adiar sua partida para a partir de 1º de dezembro. Nesses casos, as companhias oferecem um voucher válido por um ano. O reembolso completo só será aplicado em casos que a companhia cancele.

Royal Air Maroc cancelou todos os voos chegando e saindo do Brasil. Quem já tem passagem comprada poderá reagendar, ou cancelar, o bilhete sem custos adicionais para viagens até 31 de dezembro deste ano.

Fonte: O Globo

Christiane Brandão
christianebrandao@vilanovaebrandao.com.br
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